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Material apreedido pela PF em Pernambuco passa por perícia em Brasília

Documentos referentes a investimentos no exterior, documentos bancários, 39.175 mil euros, 53.097 mil dólares e 13.210 mil libras esterlinas (quantia equivalente a mais de R$ 330 mil), seis aparelhos celulares, seis notebooks, 16 pendrives, dois cartões de memória e vários documentos da empresa Cone S/A. Foi esse todo o material apreendido pela Polícia Federal em Pernambuco (PF-PE) durante a Operação Sépsis no estado.

Os objetos foram encaminhados para a coordenação da operação, na sede da Polícia Federal em Brasília, onde passarão por perícia técnica para subsidiar as investigações em andamento. Já dinheiro estrangeiro foi o depositado numa conta judicial no Banco Central do Recife, onde ficará à disposição do Supremo Tribunal Federal (STF)

As apreensões foram realizadas na sexta-feira passada nos três pontos alvos da operação: os apartamentos de luxo dos empresários Marcos José Roberto Moura Dubeux, um dos donos da construtora Moura Dubeux e do filho dele, Marcos Roberto Bezerra de Melo Moura Dubeux, ambos localizados na Avenida Boa Viagem, Zona Sul do Recife e a empresa Cone S/A, no Cabo de Santo Agostinho, na Região Metropolitana do Recife (RMR).

Em Pernambuco, o desdobramento da Operação Lava Jato contou com 25 policiais federais, distribuídos em três equipes e acompanhados por três procuradores da República, que também atuaram nas buscas.

Brasil – Por ordem do STF, a operação cumpriu ao todo 19 mandados de busca e apreensão sendo 12 em São Paulo (um na capital, um em Sorocaba e um em Lins), três na Região Metropolitana do Recife, dois no Rio de Janeiro e dois no Distrito Federal, em Brasília. Também foi cumprido um mandado de prisão. O doleiro Lúcio Funaro foi encaminhado para a sede da Polícia Federal em Brasília.

Os mandados foram ordenados pelo ministro-relator Lava-Jato no Supremo, Teori Zavascki. A ação tomou como base a colaboração premiada do ex-vice-presidente da Caixa Econômica Federal Fábio Cleto. Ele contou aos investigadores que pagava propina para Cunha para liberar recursos do Fundo de Investimentos do FGTS (FI-FGTS) em favor de obras de empreiteiras.

Com informações do Correio Braziliense 


Fonte: Diário de Pernambuco

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