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Palmeiras e Santos se reencontram com menos rivalidade, mas em outra briga pelo título

Jogadores não trocaram provocações antes do clássico, como acontecia em 2015, mas o confronto continua a ser importante e decisivo

Em 2015, Palmeiras e Santos disputaram duas finais (Campeonato Paulista e Copa do Brasil), o que potencializou a rivalidade entre os dois clubes. Em 2016, apesar de algumas provocações, esse clima já esfriou bastante, mas isso não diminui o tamanho do clássico desta terça-feira, afinal novamente os dois estão na briga pelo título e vão se enfrentar às 20h30 (de Brasília), no Allianz Parque.

A rivalidade esfriou por diversos motivos. Um deles com certeza é o controle dos técnicos, especialmente de Dorival Junior. Nesta segunda-feira, ele disse que as provocações são ruins porque tiram o foco do que acontece dentro de campo. No Palmeiras, alguns jogadores provocadores não têm mais espaço – Rafael Marques joga pouco e Robinho foi negociado. Fernando Prass está livre de mais discussões com Ricardo Oliveira, que não jogará nesta terça.

Polêmicas à parte, os palmeirenses têm motivos para se empolgar e se preocupar. O time é líder do Campeonato Brasileiro mesmo com um jogo a menos, tem o melhor ataque da competição e conta com 100% de aproveitamento no Allianz Parque. 

Mas as ausências dos suspensos Gabriel Jesus e Róger Guedes preocupam. O ataque deve ser formado por Dudu, Erik e Lucas Barrios, que é forte, mas tem características diferentes e pouco entrosamento. A escalação também tem dúvidas por causa das lesões de Moisés e Tchê Tchê. Eles foram relacionados para a partida, mas ninguém sabe quais são as condições deles. Se não puderem jogar, o mais provável é que Matheus Sales e Arouca formem a dupla de volantes, com Gabriel na briga por uma vaga também. Mas os titulares vinham sendo fundamentais na saída de bola do time, que pode ficar bastante prejudicada no clássico.

A escalação do Santos também tem uma dúvida, mas é uma boa “dor de cabeça” para Dorival Junior, pois Vitor Bueno vinha jogando bem, mas o recém-contratado Copete chegou fazendo gols e pede passagem. David Braz foi relacionado, mas tem poucas chances de começar como titular. Já Ricardo Oliveira estará fora da partida com certeza.

O Santos ainda precisa de mais regularidade para mostrar que realmente vai lutar pelo título. Se vencer o Palmeiras, conquistará a segunda vitória consecutiva, entrará no G-4 e ficará a três pontos do líder. É o cenário ideal para o Peixe, mas em um clássico de tanta rivalidade será bem complicado confirmar.

 

 

 

 


Fonte: Goal.com

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