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Rio16: 'Sprint' rumo ao ouro

Gabigol e Neymar serão pilares fundamentais da Seleção de Rogério Micale, que brigará pelo sonho dourado, em agosto, na Olimpíada do Rio

No chamado futebol ‘moderno’, é muito importante saber aliar técnica apurada à velocidade e intensidade. O raciocínio rápido tem de estar em perfeita harmonia com a estratégia da equipe e, claro, com o improviso, que fez do brasileiro o melhor do mundo ao longo da história. Gabigol é um exemplo perfeito desse tipo raro de jogador. E isso faz com que a sonhada e inédita medalha de ouro esteja mais próxima, quando a bola rolar no Rio de Janeiro, para a Olimpíada, em agosto. 

Ao lado do craque Neymar, ele promete abusar das arrancadas, dribles, explosão e se valer de uma arma a mais, a nova chuteira Nike Mercurial, para, literalmente, deixar os adversários para trás e garantir mais um feito ao esquadrão pentacampeão. Hora do decisivo ‘sprint’ rumo ao lugar mais alto do pódio, e em casa. 

A Seleção figura no Grupo A dos Jogos, junto de África do Sul (duelo dia 04 de agosto) Iraque (07) e Dinamarca (10). 


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Rápida e mortal

Para a Olimpíada, o técnico Rogério Micale tem como grande trunfo a velocidade do seu sistema ofensivo, que tende a ser formado por Gabigol e Neymar. O comandante poderá escalar um ataque tão leve quanto a própria Nike Mercurial.

A combinação da dupla será perfeita, tanto nas saídas de bola, quanto nos contra-ataques. Afinal, Gabigol tem como característica principal ser a referência no ataque, mas é rápido o bastante para sair da área e ajudar na criação de jogadas ofensivas.

Um dado que comprova isso pode ser visto no Brasileirão: 167 do total de seus 381 passes dados no certame pelo Santos terminam na intermediária do adversário.

A presença de Neymar na Olimpíada representa muito para a Seleção. O craque do Barcelona também atua em todas as posições do ataque, está acostumado às constantes mudanças táticas e movimentações alternadas com outros jogadores das linhas mais avançadas.

Vale lembrar que Neymar e Gabigol, além de rápidos e habilidosos, são conhecidos pela inteligência e raciocínio rápido. Isso torna a linha de passe, arrancadas e tabelas ainda mais mortais. Ambos foram formadas na Vila Belmiro, o que reforça a sintonia. 

Talento acima do comum

Gabigol, camisa 10 do Santos, pode ter apenas 19 anos, mas já está acostumado ao papel de líder. É um dos principais nomes do time que tem a menor média de idade do Campeonato Brasileiro (23,61). Uma peça crucial do Peixe neste início de campanha. Em campo, na Série A, a sua evolução é incrível: em 9 jogos, balançou as redes 4 vezes e deu uma assistência.

NÚMEROS DE GABIGOL NA SELEÇÃO BRASILEIRA

Tal desempenho pode deixar Rogério Micale cheio de esperança para os Jogos do Rio 2016. Até porque Gabriel mostrou, no selecionado principal, um desempenho animador. O atacante já vem provando que será um dos principais nomes do futebol verde e amarelo, despertando interesse de grandes clubes da Europa, como o Barcelona. 

Estreia digna de gigante!

Na Seleção Brasileira a estreia de Gabigol não poderia ter sido melhor. Com gol, é claro. Da mesma maneira como aconteceu com outros dois craques criados na Vila Belmiro: Pelé e Neymar. Só que Gabigol foi além: demorou apenas nove minutos para estufar as redes – 20 a menos do que Neymar e 11 em relação ao Rei do Futebol.

Em três jogos na Copa América Centenário, ele foi um dos quatro brasileiros que marcaram gols pelos canarinhos. Na goleada de 7 a 1 sobre o Haiti, usou a mesma canhotinha para estufar as redes. Leve e certeiro: acertou o gol em todos os cinco chutes que arriscou. Pé calibradíssimo!

Gabigol também participa de todos os momentos do jogo. Nos Estados Unidos, roubou cinco bolas e acertou 83,99% dos passes no campo de ataque. Dentre os jogadores com idade olímpica chamados por Micale para os Jogos de 2016, é um dos mais experientes e efetivos.

O craque

Neymar dispensa apresentações. Considerado o craque desta geração canarinho, o atacante coleciona títulos pelo Barcelona. Pela Seleção, já ergueu a Copa das Confederações de 2013, levando, de quebra, o prêmio de melhor jogador da competição. No Rio, carregará a missão de ser a referência do time de Micale. Nada que pese nos ombros do astro, acostumado a ser protagonista desde os tempos de Santos. 

Aos 24 anos, Ney trilha um caminho de notável com a ‘amarelinha’. Ele é o sexto artilheiro da história da Seleção, com 70 jogos e 46 gols. Certamente, a medalha de ouro lhe deixará ainda mais no hall dos grandes craques do país. 


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Fonte: Goal.com

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