Crise desacelera ritmo de construções e congela preço de imóveis em Alagoas

A crise econômica no ramo imobiliário já atrapalhou o desempenho econômico de grandes empresas e agora tem dificultado o andamento de pequenas reformas e construções.

Prédios estão sendo levantados em ritmo mais lento e o que se vê pela cidade são muitas obras paradas.

Seu Anízio Dias, por exemplo, começou a construir há 3 meses e esperava concluir o trabalho antes do fim do ano, mas já viu que não vai ser possível. “A gente compra o milheiro do tijolo por um preço, amanhã já é outro”, reclama, se referindo aos frequentes reajustes do material de construção.

Mas se, por um lado, quem compra reclama, quem vende também não fica em melhor situação. O empresário do ramo de vendas desse tipo de material, Philippe Netter, explica: “Foi um dos piores semestres de muitos anos. As empresas construtoras praticamente sumiram”.

Segundo o Sindicato da Indústria da Construção Civil de Alagoas, (Sinduscon), a queda nas vendas também teve efeito no congelamento de preços de imóveis.

Para Alfredo Breda, presidente do Sinduscon, a expectativa é de melhora no mercado nos próximos meses, mas os valores de imóveis devem subir. Por isso ele avisa que o momento para a aquisição da casa própria é agora.

 

TNH

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