Últimas

Deus é a motivação para ganhadores da medalha inédita de Fiji

Seleção de rugby de Fiji

Fiji é um pequeno país formado por ilhas no Oceano Pacífico. Chegou para as Olimpíadas Rio 2016 com 52 atletas para competir em 10 modalidades. Não tinha grandes expectativas de ganhar medalhas nestes Jogos.


Surpreendentemente, na noite desta quinta-feira (11) conquistou sua primeira medalha na história dos Jogos Olímpicos. E foi de ouro! Após uma vitória de 43 a 7 sobre o Reino Unido – que ano passado os derrotou no mundial da modalidade.  Os fijianos do Rugby de Sete tiveram na Arena Deodoro um momento memorável.

Após a o feito, os jogadores se reuniram no gramado e fizeram uma oração. A cruz dourada na munhequeira de Leone Nakarawa, estrela do time, mostra que foi preciso muita fé para chegarem até aqui.

Em entrevista ao Christian Today, ele conta que a equipe ora e estuda a Bíblia juntos como parte de seu treinamento. “Nós, fijianos, não temos grandes centros de treinamento como a maioria das outras equipes… Mesmo se perdemos sabemos que há algo maior… Sabemos que se chegamos até aqui não é pela nossa força, mas era por que Deus tinha um plano”.


“Pessoalmente minha fé é minha superpotência”, afirma rindo o grandalhão Vereniki Goneva, que pesa mais de 100 kg. “Sabemos que a nossa fonte de força e poder é Deus”, comemora.

O capitão Akapusi Qera também testemunho disso. “A fé é uma grande parte da nossa vida como jogadores de rugby de Fiji. Ela nos ajuda a ficarmos unidos como equipe. Sabemos que existe um Deus a quem nós servimos e ele está sempre lá para nos ajudar”.

O técnico de Fiji, o neozelandês John McKee, acredita que a grande unidade da equipe é resultado da crença que compartilham. “A fé cristã é muito forte na sociedade de Fiji”, explica.

“Isso se reflete no ambiente do time. É parte do estilo de vida dos jogadores. Diariamente, temos um período de oração… A devoção é importante para os jogadores”, ensina.

No final olímpica, todos se reuniram no centro do gramado e entoaram uma canção de louvor.

Curiosamente, a tradição do país é marcada pelo período de colonização pela Inglaterra. País a quem derrotaram na final. Foram os missionários cristãos que levaram a religião e também o rugby para as ilhas. “Até hoje os dois permanecem ligados”, acredita Adam Perrin, que dirigiu o documentário Pacific Warriors, que mostra a trajetória deste time. “Fé e Rugby são uma grande parte de quem eles são”, encerra.


Fonte: Gospelprime.com.br

Deixe seu comentário

Comentários via Facebook