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Imortal: Neymar assegura inédita medalha de ouro e entra para história do futebol brasileiro

Com gol de falta no tempo normal e o último pênalti convertido, o camisa 10 comandou o Brasil na conquista do único título que faltava aos pentacampeões do mundo

Neymar foi escolhido para disputar os Jogos Olímpicos do Rio. Entre a Copa América Centenário e o torneio olímpico de futebol, a CBF preferiu que o craque estivesse à frente da batalha pela medalha de ouro.

 

Ninguém melhor do que ele para conduzir à Seleção na conquista do único título que faltava ao futebol brasileiro. Acordo feito com o Barcelona e liberação aprovada.

 

O camisa 10 começou a competição recheada de expectativas e responsabilidades. Além de ser o maior craque da Canarinho na atualidade carregou a faixa de capitão. 

 


(Foto: Getty Images)

 

E depois de um início decepcionante com dois empates contra África do Sul e Iraque as críticas foram duras. O camisa 10 passou a ser contestado, ouviu os gritos por “Marta” ecoarem pelos estádios de todo o Brasil, mas o futebol preparava algo glorioso para o craque.

 

Uma bela atuação contra a Dinamarca, outra contra a Colômbia e uma exibição de gala contra Honduras fizeram com que o futebol de Neymar voltasse a ser festejado pelos brasileiros. As desconfianças já não existiam mais e um Maracanã lotado esperava pelo brilho do camisa 10 na grande final.

 


(Foto: Getty Images)

 

O adversário estava atravessado na garganta do capitão, que mesmo não estando presente na derrota por 7 a 1 para a Alemanha na Copa do Mundo de 2014 sentiu a dor como todos os brasileiros sentiram.

 


(Foto: Getty Images)

 

Neymar voltou a ser a esperança do torcedor, voltou a ter a confiança dos brasileiros que lotaram o Maracanã na certeza de que aquele seria o dia da alegria e que a tristeza nem pensar chegaria.

 

A emoção no hino nacional, e os primeiros passos dentro de campo. O craque chamou a responsabilidade, tocou a bola, correu, orientou os companheiros e levantou a torcida.

 


(Foto: Getty Images)

 

Parece até que foram os deuses do futebol que escreveram esse roteiro, no palco preferido de um dos maiores cobradores de falta da história do futebol brasileiro, Neymar abriu o placar, numa magistral cobrança de falta sem a menor chance para o goleiro Horn. Na comemoração, um gesto que dizia “eu estou aqui” como quem quisesse mandar um recado.

 


(Foto: Lucas Figueiredo / MoWa Press)

 

Mas as coisas não seriam tão fáceis assim. Para o Brasil nada pode ser tão fácil. Ao 13 do segundo tempo, Meyer empatou colocando contornos de dramaticidade na história. O jogo ficou difícil, pegado e tenso. O tempo passava e o Brasil não conseguia balançar as redes novamente.

 

Após os 90 minutos era a hora da prorrogação. Haja coração! Com as duas equipes cansadas, poucas chances foram criadas e os pênaltis eram uma questão de tempo.

 

Com o término da prorrogação, era hora das penalidades e o equilíbrio da partida se manteve. A cada cobrança convertida a tensão aumentava e aumentava. 

 


(Foto: Getty Images)
 

Mas quando Petersen foi para a quinta cobrança, Weverton, que chegou em todas as outras bolas mas não conseguiu encostar, defendeu a cobrança e deixou o Brasil a uma bola do tão sonhado ouro.

 

Era hora do craque entrar em cena mais uma vez, escolhido para fechar as cobranças Neymar pegou a bola, beijou a redonda e a colocou na marca da cal. Com ele a energia positiva de mais de 200 milhões de torcedores espalhados pelo Brasil.

 


(Foto: Getty Images)

 

Numa caminhada que mais parecia a eternidade, o camisa 10 partiu para a bola e estufou as redes numa explosão de alívio, felicidade, grandeza e, enfim, a tão sonhada medalha de ouro.

 

O menino virou homem e escreveu seu nome na história da Seleção pentecampeã do mundo e graças a ele não falta mais nada ao futebol brasileiro que pode encher o peito e dizer “sou campeão de tudo”.

 


(Foto: Getty Images)

 

Agora Ney, aguardamos os novos capítulos dessa linda história que começou grande e pode terminar ainda maior… A gelada Rússia espera o calor do seu talento.


Fonte: Goal.com

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