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Jovem mata madrasta a facadas na Cidade Universitária, em Maceió

Pai do agressor conta que ele já havia sido internado duas vezes. Alex Lima Nascimento estava há 3 meses sem dar notícias a família

 

 

O pintor Alex Lima Nascimento, 26, matou a facadas, na noite desta terça-feira (30), a madrasta Maria Lúcia do Nascimento, 38, em uma casa que fica no loteamento Parque das Árvores, na Cidade Universitária, em Maceió. Ele foi detido por populares até a chegada da polícia, que o prendeu em flagrante.

Segundo informações de Florisvaldo Fernando da Silva, 55, pai de Alex Lima Nascimento, o filho morava com a mãe e às vezes vinha fazer algumas visitas.

"Há mais de três meses que não tenho notícias dele. Eu estava no trabalho quando os vizinhos me ligaram dizendo que algo havia acontecido. Quando cheguei aqui encontrei essa cena", contou.

Equipe da Radiopatrulha resguardou a cena do crime (Foto: Vitória de Alencar / G1)
Equipe da Radiopatrulha resguardou a cena do crime (Foto: Vitória de Alencar / G1)

Florisvaldo, que morava na casa onde aconteceu o crime com a esposa e a filha de 9 anos, relatou ainda que Alex Nascimento já havia sido internado em um hospital psiquiátrico. "Minha relação com ele era boa. Nós não brigavámos e minha esposa ainda cuidava dele. Dávamos tanto comida quanto dinheiro quando ele precisava", disse ao acrescentar que apesar das internações, ele não sabe qual é o diagnóstico do filho.

Chocao com o crime, Florisvaldo optou por não entrar na casa onde a esposa estava morta e passou mal após falar com a polícia.

De acordo com informações do vizinho José Carlos, quando Alex desferiu a primeira facada na madrasta, ela mandou a filha chamar por ajuda. Foi quando a criança foi até a casa dele. "Coloquei ela para dentro de casa e liguei para a polícia. Como não tive resposta, fui até uma lanchonete onde os policiais costumam comer, no Graciliano Ramos" conta o vizinho.

Ele relata que Alex Lima Nascimento tentou fugir, mas foi interceptado por vizinhos, que o seguraram até a chegada da polícia.

"Quando entrei na casa já tinham três pessoas. Inclusive uma vizinha enfermeira que tentou virá-la, pois ela estava sufocando no próprio sangue. Eu ajudei, mesmo assim ela não resistiu. Até porque o Samu demorou muito a chegar", completa.

Uma equipe da Radiopatrulha esteve no local para resguardar a cena do crime, que foi inspecionada por uma equipe da perícia criminal.

 

G1

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