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Luciana: Olinda é uma cidade difícil de governar

O PCdoB lançou a candidatura de Luciana Santos à Prefeitura de Olinda, ontem, apostando no discurso de 16 anos de uma gestão iniciada por ela e seguida por Renildo Calheiros (PCdoB). Ciente de que não será fácil carregar o peso da má avaliação do atual prefeito, sucessor feito por ela, Luciana destacou, antes de iniciar o evento, que as dificuldades permeiam todas as administrações que o município teve. “Todos que passaram por aqui têm dificuldade em serem aprovados porque é uma cidade difícil de se governar”. A chapa dela tem seis partidos (PCdoB, PSD, PDT, PP, PRTB e PSDC). Olinda é a maior cidade disputada pelo partido no estado.

No palanque, a candidata fez questão de ressaltar números como o de creches construídas, obras de saneamento iniciadas, pagamento em dia dos funcionários públicos e até mesmo a instalação de supermercados atacadistas. “Nós somos aqueles que mais fizemos por Olinda. É preciso que a gente lembre que, quando a gente assumiu, tinha uma herança perversa, com mais de três meses de salários de servidores atrasados e uma dívida que correspondia a mais do que a receita da cidade”. Ao falar do futuro, citou recursos que esperam liberação. “Temos R$ 70 milhõesque vão garantir a erradicação (da filariose).”

Luciana Santos chegou ao evento, que aconteceu no pátio do Colégio São Bento, ao lado de Renildo Calheiros. Apesar de não ter o apoio do PSB, veio acompanhada também do vice-prefeito do Recife, Luciano Siqueira (PCdoB), e do esposo, o deputado estadual Waldemar Borges (PSB), a quem apresentou como líder do governo Paulo Câmara, presenças reforçadas pelo locutor. “Eu achei até que Geraldo estaria aqui”, brincou Siqueira, pouco antes de subir ao palco, quando questionado se a presença dele poderia causar ciúmes ao candidatos adversário do PSB na cidade, Antônio Campos. O candidato a prefeito de Gravatá (PSB), que tem apoio do PCdoB, esteve no palanque.


Fonte: Diário de Pernambuco

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