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Samantha Schmütz concorda com crítica de Galvão Bueno à Seleção

Samantha Schmutz (Foto: Roberto Teixeira / EGO)Samantha Schmutz (Foto: Roberto Teixeira / EGO)

Samantha Schmütz, que foi uma das atrações no Estúdio da Globo na noite do último domingo, 7, para comentar o jogo de Brasil contra Iraque no futebol masculino, pela Olimpíada, também marcou presença na noite desta segunda-feira, 8, em um evento social no Rio.

Em conversa com o EGO, ela comentou sobre o empate sem gols na partida entre Brasil e Iraque e falou ainda sobre a “bronca” que Galvão Bueno deu aos jogadores. O jornalista ficou indignado e demonstrou isso ao vivo quando os atletas não quiseram dar entrevista para a Globo ao serem abordados por um repórter ainda no gramado após o jogo.

“É feio, muito feio. Não é profissional, não é ético e não é correto, sair de campo o time inteiro e se negar a falar. Alguém tinha que assumir e falar”, afirmou Galvão, irritado, falando em seguida das comparações que a torcida tem feito entre Marta, da seleção feminina, e Neymar.

“Não há comparação da Marta com o Neymar. Ela tem cinco Bolas de Ouro (da Fifa), tem todos os títulos. O Neymar pode até vir a ser mais importante do que ela. Hoje, é a Marta. Nesse momento, ela é mais importante”, desabafou Galvão.

Samantha Schmutz (Foto: Roberto Teixeira / EGO)Samantha Schmutz (Foto: Roberto Teixeira / EGO)

Sobre a reação do jornalista, Samantha diz concordar: “Ele estava bravo, nervoso, mas tenho que concordar com ele no sentido de que os meninos precisam jogar mais unidos e se preocupar menos em ser estrela, e mais em união. Essa coisa de querer ser protagonista do Brasil é o que prejudica”.

“Eles não jogaram bem, mas não tem como a gente julgar e falar muito. Aquele momento de decisão, de jogos olímpicos, é muito difícil para todos os esportes. A gente vê a dificuldade na ginástica, nas lutas, e com certeza os meninos também sofreram com essa pressão. Eu fiquei quieta, preferi não comentar muito, porque vi que quem entendia, como o Galvão Bueno, estava bem decepcionado e bravo”, diz ela.

Para Samantha, que nunca tinha atuado como comentarista de um jogo, a experiência foi emocionante: “Meu papel ali era entreter, divertir, sou uma humorista e não uma técnica no esporte. Mas foi bacana”, relembra ela, que ainda não saber se irá acompanhar outra competição da Rio 2016.

 


Fonte: Ego.globo.com

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