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São-paulinos reprovam agressões; PM abre sindicância para investigar saída de viaturas antes da invasão

Jogadores se mostraram incomodados com a maneira com que foram cobrados no último sábado (26)

A invasão da torcida ao CT da Barra Funda no último sábado (27) continua sendo o principal assunto no São Paulo. Após o empatem sem gols com o Coritiba no último domingo alguns jogadores se pronunciaram reprovando a forma com que aconteceu o protesto.

“Ficamos tristes, porque não acredito que seja dessa forma que o time vai melhorar. Mas desde quarta sabemos que não estamos rendendo bem. Depende do ponto de vista. Em 2013 entramos na zona e foi difícil sair. Esse ano espero nem chegar mais perto, não passar por isso novamente. Sabemos a dificuldade que é quando encosta lá dentro”, afirmou Denis.

“Só cobraram o que está acontecendo com o time, porque não está rendendo mais, cadê aquele time da Libertadores… Pelo menos comigo foi assim. Mas com outros jogadores foi diferente. Foi uma coisa diferente. Assustadora pelo número de pessoas que estava lá. Mas no futebol tem coisas piores que podem acontecer. Tomou uma proporção muito grande, porque nunca tinha acontecido antes. Mas estamos procurando esquecer o que houve, para focar no que precisamos melhorar dentro de campo”, acrescentou Hudson.


(Foto: Rubens Chiri/São Paulo FC/Divulgação)

Agredidos no protesto, Wesley e Michel Bastos preferiram não falar com a imprensa. Já Carlinhos, falou rapidamente que não era hora de falar sobre isso, mas sim se concentrar na recuperação da equipe.

PM abre sindicância

O São Paulo disse ter notificado a Polícia Militar para saber o motivo que levou a redução das viaturas de choque minutos antes da invasão da torcida ao CT da Barra Funda.


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Segundo os funcionários do clube, antes do protesto, três viaturas de choque e duas da região faziam a segurança do local. Pouco antes da invasão, as viaturas de choque deixaram o local.

Apesar da torcida organizada Independente ter negado que invadiu o CT sob o argumento de que o treino era aberto para a torcida, vídeos registram que os torcedores derrubaram o corsão de isolamento e forçaram a abertura dos portões. As imagens das câmeras de segurança do São Paulo serão entregues ao promotor Paulo Castilho, do Ministério Público, e ao Decradi para ajudar na investigação.


Fonte: Goal.com

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