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Seleção aposta em qualidade técnica para vencer a altitude… e o Equador

Jogando como visitante, a Seleção não vence os equatorianos desde 1983. Preparação foca no ganho técnico do time

O futebol tem infinitas variáveis, e é por isso que na busca para vencer uma partida o planejamento tem que ser bastante elaborado. A preparação do Brasil antes do jogo contra o Equador, marcado para às 18h desta quinta-feira (1) é um exemplo.

Jogadores e comissão técnica chegaram a Quito, Equador, e vão fazer toda a preparação na altitude antes do compromisso válido pela sétima rodada das Eliminatórias para a Copa do Mundo de 2018. Ao todo, serão três atividades antes da partida.


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A decisão foi tomada para priorizar o aspecto técnico dos jogadores, que terão mais tempo para se acostumarem com as mudanças de velocidade da bola, por exemplo. A 2.850 metros de altitude, o estádio Olímpico de Atahualpa é uma das principais armas dos equatorianos exatamente por causa das condições adversas que impõe aos adversários.

Estádio Olímpico de Atahualpa (Foto: Pedro Martins / MoWA Press)

Se o jogo acontecesse em La Paz, na Bolívia (com mais de 3.600m de altitude), a melhor decisão seria chegar ao local momentos antes de abola rolar – para minimizar os efeitos.

Preparador físico da Seleção, Fábio Mahseredjian já tem experiência em jogos na altitude. Em 2008, ele trabalhava no Fluminense e viu o Tricolor sair em grande desvantagem na decisão da Libertadores ao levar 4 a 2 da LDU. Dentre os gols sofridos pelos cariocas, três foram de bola parada. E é exatamente este fundamento que vem sendo um dos mais treinados durante os treinos – que acontecem exatamente no estádio da LDU.

Jogando como visitante contra o Equador, a última vitória da Seleção Brasileira aconteceu há 33 anos. Pela fase de grupos da Copa América de 1983, o Brasil venceu por 1 a 0 graças a um gol anotado por Roberto Dinamite.


Fonte: Goal.com

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