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► Cueva diz estar preocupado com desvantagem, mas assume responsabilidade e acredita em virada

Peruano disse que São Paulo precisa ‘jogar como time grande’ para conseguir se classificar na Copa do Brasil

A derrota por 2 a 1 para o Juventude no Morumbi na partida de ida das oitavas de final da Copa do Brasil obriga o São Paulo a marcar pelo menos dois gols para avançar no torneio nacional. Em entrevista coletiva após o treino desta terça-feira (20), no CT da Barra Funda, Cueva admitiu que a desvantagem preocupa a equipe, mas assumiu a responsabilidade e se mostrou confiante na classificação.

“Sempre gosto da responsabilidade, gosto de fazer coisas. Estou convencido de que temos uma boa equipe, e que podemos nos classificar na quinta. Vai ser muito emocionante, o clube precisa da vitória, é um clube grande, precisa de títulos, vamos trabalhar para ganhar a classificação, mostrar um bom futebol”, afirmou.

“Temos que jogar como time grande, em todos os jogos. Uma equipe ganhadora, temos que mentalizar que não estamos em qualquer clube, a responsabilidade é muito grande, eu assumo, os companheiros também. O São Paulo é uma família, nos momentos maus estamos juntos, nos bons também, isso ajuda muito. É uma virada que pode nos colocar para cima, classificar e trazer um alivio a todos”, acrescentou.


(Foto: Rubens Chiri/São Paulo FC/Divulgação)

Para conseguir a classificação para as quartas de final, o Tricolor precisará ganhar por dois gols de diferença ou um desde que balance as redes ao menos três vezes. Um triunfo por 2 a 1 leva a decisão da vaga para os pênaltis.

“Sempre fomos um time ofensivo. Mas hoje não basta. Tem de defender também, desde os atacantes. A ideia é a mesma, independentemente das variações. Entendemos o que o professor pede e vamos com a mesma ideia: que o São Paulo mantenha a mesma forma de jogar, com bom futebol e tratar de vencer. Precisamos de vitórias e títulos. É uma oportunidade bonita para dar a volta por cima”, finalizou.

Confira outras declarações de Cueva:

Identificação com a torcida

“Esperava chegar ao São Paulo desde o início da negociação. Os companheiros, a comissão, a torcida, enfim, todos me receberam bem. Venho fazendo as coisas bem, mas não adianta se não alcançar objetivos pessoais e do clube. Tenho de retribuir ao clube. Não adianta jogar bem, se não ganharmos coletivamente”.


(Foto: Friedemann Vogel/Getty Images)

Perder jogos pelo São Paulo para defender o Peru

“Não é a primeira vez que perco jogos com meu clube por conta da seleção. Mas o futebol é assim. Até viajar tenho de pensar no São Paulo. Depois a seleção. Não tenho de reclamar com a arbitragem, me falta um cartão para ficar suspenso. Quero estar todos jogos com meu clube. Vou ter de trabalhar isso na parte pessoal para não me incomodar com arbitragem”

“Cuevadependência”

“Não passa por mim. Nunca vou tomar o papel de que um time dependa de mim. O time depende de todos. Gostaria que o que fizer pelo time seja festejado ganhando um título. Fazer gol e ser constante não adianta nada sem um título. Para mim é São Paulo. Os títulos quem ganha é o time, de forma geral. As coisas não estão saindo como queremos, mas tenho certeza que vamos melhorar e na quinta-feira vamos dar alegria a todos”.



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Fonte: Goal.com

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