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Consultor financeiro acusado de matar ex-mulher se entrega à polícia

O consultor financeiro Chateuabriand Bandeira Diniz Filho, de 51 anos, acusado de matar a ex-mulher, Mariana Marcondes, de 43 anos, se entregou à polícia na tarde desta terça-feira. Segundo a polícia, ele admitiu o crime e se disse arrependido.

A prisão havia sido pedida pela delegada Regina Campanelli, do 81° Distrito Policial (Belém), que conduz as investigações.

O corpo de Mariana foi encontrado no fim da tarde desta segunda-feira, 12, em um condomínio no Belém, na zona leste de capital. O ex-marido e dois filhos, de 6 e 9 anos, estava desaparecidos e ele era considerado foragido pela polícia.

Diniz Filho já foi alvo de três boletins de ocorrência registrados pela ex-mulher por violência doméstica, ameaça, lesão corporal, sequestro e cárcere privado.

Ele e a ex-mulher haviam voltado a morar juntos cerca de um mês e meio atrás, por dificuldades financeiras, no apartamento do casal. Mariana tinha acabado de sair do emprego em um banco e estava começando um negócio próprio.

Na tarde de sábado, dia em que o crime aconteceu, o casal participou de um churrasco no condomínio do prédio. Durante o evento, Mariana conversou com uma amiga pelo Whatsapp e disse que estava com o ex-marido, que ele estava bebendo, mas que estava “tudo bem”. A conversa foi obtida pela polícia.

Depois de um suposto desentendimento, o casal saiu do churrasco e voltou para o apartamento. Uma testemunha relatou à polícia ter ouvido gritos no elevador, pedindo socorro e ameaçando chamar a polícia. Minutos depois, imagens de câmeras de segurança flagraram Diniz Filho deixando o prédio em um Celta Preto, com “muita bagagem” e as duas crianças.

A polícia suspeita de que o homem tenha viajado para o Rio de Janeiro, onde tem parentes. Ele ligou na segunda à tarde para o primo da vitima, de um número com o DDD 21 (do Rio), deu a ele o endereço do apartamento onde estava o corpo de Mariana e depois desligou. O corpo dela está no Instituto Médico Legal (IML) e deve ser cremado.


Fonte: Diário de Pernambuco

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