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Deborah Secco revela a Pedro Bial: 'É comum andar em casa sem roupa'

Deborah Secco e Pedro Bial (Foto: Eliana Rodrigues/ Divulgação GNT)Deborah Secco e Pedro Bial (Foto: Eliana Rodrigues/ Divulgação GNT)

Deborah Secco é a convidada do “Programa com Bial”, exibido pela GNT, do próximo domingo, 25 de setembro. Durante a entrevista a Pedro Bial a atriz falou sobre sua carreira na televisão, que começou ainda criança, e também sobre o título de sexy simbol que carregou durante anos e recebeu ao posar, pela primeira vez, para a revista masculina Playboy.

Ela conta que, na época, não tinha noção do que isso representava. “Foi uma decisão pura e exclusivamente financeira. Venho de uma família humilde e aquele dinheiro mudaria a minha vida radicalmente. Sempre pensava que a minha carreira podia dar certo, mas, e se não desse? Esse dinheiro já me dava uma casa própria e a condição de pagar a minha faculdade”, explica.

Deborah Secco e Pedro Bial (Foto: Eliana Rodrigues/ Divulgação GNT)Deborah Secco e Pedro Bial
(Foto: Eliana Rodrigues/ Divulgação GNT)

Durante a conversa, a atriz afirma que, no começo da carreira, a nudez era um problema para ela, mas já não tem mais questões quanto a isso. “A nudez virou quase que uma roupa. Hoje, posso falar que não fico desconfortável nua e, para mim, é comum andar em casa sem roupa. O mundo seria melhor se isso não fosse um tabu. A personagem Bruna Surfistinha (do filme homônimo) facilitou o costume com as cenas sem roupa. Durante as gravações, tive que ter um desapego total, eram muitos figurantes, muitos homens e nem conseguia cumprimentar direito todos eles”, contou.

A intérprete da garota de programa declara um carinho especial ao papel: “Queria muito fazer um filme com uma personagem densa. Para mulheres, é muito rara essa oportunidade e os personagens masculinos são sempre melhores. Estava ali tento uma oportunidade que talvez não tenha nunca mais”.

Famosa por ter sido “namoradeira”, a mãe da pequena Maria Flor, de nove meses, que agora é casada com Hugo Moura, revela que nunca se privou de mostrar as emoções ao mundo. “Em todas as minhas derrotas e relacionamentos conturbados, nunca fiz esforço para não chorar na rua. Sou uma pessoa verdadeira e muito impulsiva. Não consigo pensar que sou uma figura pública e não posso estar chorando pelo que vão pensar de mim. Se vou sofrer, que sofra em público”, garante.


Fonte: Ego.globo.com

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