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Fã de David Silva, Raffael diz que empate com o City na Champions League seria excelente

Exclusivo! O craque do Borussia M’Gladbach também revelou ansiedade para enfrentar o Barcelona de Neymar

Na primeira parte da entrevista exclusiva com Raffael, do Borussia Monchengladbach, você pôde conferir o que o meia-atacante falou sobre chances na Seleção Brasileira, como ele se comportaria caso recebesse sondagem para defender a Alemanha e os objetivos do Gladbach nas competições continentais e domésticas.

Agora, o camisa 11 do clube alemão abriu o jogo sobre o confronto diante do Manchester City. Na temporada passada, Raffael balançou as redes do City. Ansioso pelo reencontro, o cearense de 31 anos revelou admirar bastante um jogador em especial um meia-atacante do clube inglês e não titubeou ao dizer que um empate no Etihad Stadium, nesta terça-feira (13), será um excelente resultado.

Elogios ao técnico Andre Schubert, bom retrospecto contra Guardiola, fé em duas jovens promessas do Gladbach e ansiedade para enfrentar o Barcelona em casa também estão presentes no bate-papo abaixo!

Jogar como visitante contra o City (às 15h45, no horário de Brasília), na primeira rodada, é de certa forma uma vantagem?

“Não, é fora de casa… se a gente jogasse em casa, com o apoio da nossa torcida, talvez seria melhor. Mas isso a gente não pode escolher. Vamos para a Inglaterra para fazermos o nosso melhor e, quem sabe, conseguir um ponto neste jogo”.

Empate seria um bom resultado, na sua opinião?

“Ah, sem dúvida! Para um primeiro jogo, fora de casa, contra o City… estaria de bom tamanho”.


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Qual você acha que será a maior dificuldade contra o Manchester City?

“É uma equipe muito forte. Nós jogamos contra eles no ano passado, e contra times dessa qualidade é muito difícil de jogar.

Na temporada passada, Raffael deixou a sua marca contra o Man.City (Foto: Getty Images)

Ali, principalmente com o Aguero e o De Bruyne, fica complicado (risos). Acho que a maior dificuldade é do meio para a frente”.

Quais jogadores serão fundamentalmente mais importantes para o Gladbach vencer o City na Inglaterra?

“Acredito que, como conjunto, nesta temporada nós estamos muito fortes. Não só eu, como outros jogadores que jogam na minha posição.

No Gladdbach, o conjunto faz a força… mas Raffael desequilibra (Foto: Getty Images)

Acho que nós vamos preocupar muitas equipes nesta temporada. Como conjunto, em um todo, nós vamos dar muita dor de cabeça aí”.

O Gladbach não perdeu para o Bayern do Guardiola nos últimos 4 confrontos. Podemos dizer que o Schubert decifrou o segredo para dificultar a vida do Guardiola?

“Isso aí é engraçado (Risos). A fórmula, eu não sei, mas ele (Schubert) estuda muito a maneira do time jogar e a gente procura sempre fazer aquilo que ele passa. E muitas vezes dá certo.

O Gladbach não perdeu nenhum dos últimos 4 jogos contra Guardiola. Com Schubert, foi uma vitória e um empate (Foto: Lennart Preiss/Getty Images)

Ele é um treinador muito detalhista, principalmente na parte defensiva. E está dando certo por isso, estamos entendendo o que ele passa para a gente e procuramos fazer da melhor maneira possível”.

Muita gente não elogia o Schubert tanto quanto ele merece, pelo trabalho feito. O que faz dele um treinador tão bom?

“A maneira dele trabalhar, de se comunicar com os jogadores. É um treinador muito inteligente, que chegou em um momento difícil, complicadíssimo, e conseguiu animar o grupo, passar confiança para os jogadores.

A chegada de Schubert foi de extrema importância, destaca o brasileiro (Foto: Getty Images)

Acho que isso foi muito importante na chegada dele. Até agora ele continua fazendo o mesmo, e por isso está tendo sucesso”.

O Andrea Christensen e o Mo Dahoud são talentos emergentes do clube. O Christensen inclusive já estaria recebendo sondagens mais fortes do Chelsea… o que você pode nos falar sobre esses jogadores? Acredita que eles podem estar entre os melhores do mundo em uns cinco anos?

“Cem por cento! Eu posso dizer que sim, em cinco anos os dois estarão em clubes top da Europa e vão ser considerados uns dos melhores do mundo. Sem dúvida, 100%”.

Christensen é um dos jogadores jovens mais cobiçados da Europa (Foto: Getty Images)

“O Christensen é muito rápido, se antecipa, sabe jogar… é um zagueiro que tem tudo. Não falta nada para ele. O Mo Dahoud é até difícil falar, é rápido, muito habilidoso também. Ele faz o último passe muito bem. São os pontos fortes”.

O que você espera do jogo contra o Barcelona?

“Ah, espero que chegue logo (risos)!!! Só se fala nesse jogo aqui na cidade, nós e vários jogadores comentamos muito sobre isso. Vai vir colega meu só para ver esse jogo, e a gente espera aproveitar esse momento”.

Acha que dá pra buscar ser o melhor ponta-esquerda da fase de grupos…. e superar o Neymar, que também joga por ali?

“Nada (Risos), difícil… o Neymar é o nosso melhor jogador, desequilibra toda hora e acho muito difícil que isso aconteça”.

Pensa em voltar a jogar no Brasil? Recebeu alguma sondagem recentemente?

“Não. No momento eu renovei o meu contrato, não penso em voltar e também não tive sondagens”.

Aonde pensa em encerrar a carreira?

“Se eu encerrar a minha carreira aqui no Borussia vou ficar muito feliz. Talvez no Brasil, mas isso eu vou esperar um pouco para decidir”.

Qual foi o melhor jogador que você já enfrentou?

“Ah, cara… eu sempre gostei muito do David Silva, o espanhol do City.

Contra o City, Raffael vai reencontrar um ídolo… será que vai dar para trocar de camisa? (Foto: Getty Images)

Eu sempre admirei o futebol dele, e ter jogado contra ele no ano passado foi espetacular. E vai ter reencontro (risos)”.


Fonte: Goal.com

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