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Nova fase da Lava-Jato cumpre 49 mandados em cinco estados e no DF

A Operação Arquivo X, 34ª fase da Lava-Jato, cumpre 49 ordens judiciais em cinco estados e no Distrito Federal. De acordo com a Polícia Federal (PF), os alvos são procurados em cidades nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Bahia, além da capital federal. No total, a Polícia Federal são 33 mandados de busca e apreensão, oito de prisão temporária e 8 de condução coercitiva.

Na ação de hoje, foi preso o ex-ministro da Fazenda Guido Mantega. Ele foi localizado pelos policiais no hospital Albert Einsten, em São Paulo, acompanhando a mulher que faria cirurgia. Os crimes investigados nesta fase são de corrupção, fraude em licitações, associação criminosa e lavagem de dinheiro. 

Os investigados para os quais foram expedidos mandados de condução coercitiva estão sendo levados às sedes da Polícia Federal nas respectivas cidades onde foram localizados a fim de prestarem os esclarecimentos necessários. Os investigados serão liberados após serem ouvidos no interesse da apuração em curso. Quanto aos investigados com prisão cautelar decretada, tão logo sejam localizados eles serão trazidos à sede da Polícia Federal em Curitiba onde permanecerão à disposição das autoridades responsáveis pela investigação.

Ex-ministro

Para os investigadores, Mantega atuou diretamente junto ao comando de uma das empresas, em 2012, para negociar o repasse de recursos para pagamentos de dívidas de campanha de partido político da base aliada da então presidente Dilma Rousseff. Estes valores teriam como destino pessoas já investigadas na operação e que atuavam no marketing e propaganda de campanhas políticas do mesmo partido.

Além do ex-ministro, que atuou nos governos de Luiz Inácio Lula da Silva e de Dilma Rousseff, a Lava-Jato mira executivos das empresas Mendes Júnior e OSX Construção Naval S.A., além de representantes de empresas por elas utilizadas para repasses de vantagens indevidos. As ordens foram determinadas pelo juiz da 13ª Vara Federal de Curitiba, Sérgio Moro


Fonte: Diário de Pernambuco

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