Últimas

Por que a final da Libertadores deve ser disputada em campo neutro?

Presidente da Conmebol fala em “justiça esportiva” para justificar a mudança. Desde 1988, 62% dos campeões da competição foram consagrados em casa

Entre as alterações substanciais que Conmebol decidiu realizar na Copa Libertadores, uma das mais importantes é a mudança no sistema de disputa da final do torneio: após 56 anos de jogos de ida e volta, a partir de 2017, a competição será definida em uma partida única e em campo neutro.

Para justificar a decisão, o presidente da organização, Alejandro Dominguez, utilizou a estatística e falou em “justiça esportiva”. E ele está certo: até aqui, a equipe mandante do segundo jogo sempre tinha uma vantagem sobre o seu rival.


Desde a edição de 1988, quando o jogo de desempate foi eliminado em caso de resultados iguais em ambos os confronto, 29 finais foram disputadas: em 18 ocasiões, 62,07% do total, o clube que deu a volta olímpica foi o que jogou o disputou o jogo da final em seu estádio. E a tendência aumentou nos últimos anos: as últimas seis finais foram ganhas pela equipe que definiu em casa. 

Anteriormente, a vantagem de jogar em casa era igualmente valiosa, mas o sistema não permitia vantagens na disputa: em 14 vezes foi necessário um terceiro jogo em campo neutro para definir o título, depois de cada um dos finalistas venceu em seu estádio. Além disso, oito vezes o mandante ficou com o título, e os visitantes em seis oportunidades.



GOALVEJA TAMBÉM: GOAL
Notícias da Copa do Brasil | Felipão é ídolo em comum | Uma nova Libertadores



Fonte: Goal.com

Deixe seu comentário

Comentários via Facebook