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Quarto suspeito do estupro coletivo em penedo se apresenta à policia

O suspense em torno do quarto nome do suposto envolvido no estupro coletivo em Penedo acabou na manhã dessa quarta feira 21 em Penedo.

O jovem Jacson Lima se apresentou na delegacia regional de Penedo juntamente com seu advogado Thiago Pinheiro, atendendo a um mandado de prisão expedido pela 4ª vara Criminal em, Penedo.

De acordo com as informações do advogado, Jacson é inocente e teria documentos que podem ajudar nas investigações. Também afirmou que o jovem assim que tomou conhecimento das acusações decidiu se apresentar para esclarecer todos os fatos, já que estaria morando fora de Penedo.

Ainda de acordo com as informações , Jacson seria o dono da casa onde o suposto estupro foi praticado; com a apresentação do suposto envolvido foi dado cumprimento ao mandado de prisão.

Até o momento, essa seria a oitava prisão de envolvidos no suposto estupro, no entanto, quatro deles foram liberados, Isaack, Gilberto, Ricardo Diego e Klebson; continuam presos, Filipe Manoel, Daniel Mota e Emerson Alencar

A adolescente F. S. 17 anos,  deu uma entrevista a um site local mostrando detalhes do dia do suposto estupro, inocentando os suspeitos Isaack, Gilberto, Ricardo Diego e Klebson. Segundo a entrevista, a jovem afirmou que teria sido convidada para jogar vídeo game, mas acabaram optando por comprar vodka com refrigerante e jogar "porrinha", fato que a deixou embriagada.

Ainda de acordo com o relato da jovem, o sexo com o segundo grupo foi consensual, mas o que a deixou confusa foi o fato de aparecer o vídeo nas redes sociais, com isso ela achou que estaria ligado ao grupo acusado primeiramente, já que o surgimento se deu três dias depois do ato. A vitima afirmou que o suspeito Gilberto, conhecido por Juca, não teve relações com ela.

No relato da jovem, dias depois da prisão dos quatro primeiros suspeitos, foi procurada por uma amiga que chamou sua atenção para algumas particularidades no vídeo. A partir desse momento, analisou com calma e concluiu que tinha se enganado, pois o piso da residência onde aconteceu o segundo ato era diferente, além de reconhecer os aneis usados por um dos suspeitos, e a chinela de outro.

A jovem também supõe que os suspeitos podem ter colocado algo em sua bebida.

 

Da redação com informações

Foto ilustração

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