Diretor lamenta ofensas a Michel Bastos e se incomoda com pergunta sobre o Z-4

Marco Aurélio Cunha: ‘Não se pode imaginar que hostilidade faça bem’

Pela primeira vez desde que optou por permanecer no clube após ser agredido por torcedores em invasão ao CT da Barra Funda em agosto, o meia Michel Bastos ganhou a chance de jogar uma partida inteira como titular no empate em 1 a 1 com o Sport, na última quarta-feira (5), na Ilha do Retiro. O problema e que novamente a atuação do camisa 7 desagradou e os são-paulinos presentes no estádio pegaram no pé do jogador com xingamentos e gritos pedindo a sua saída.

Antes de deixar a Ilha do Retiro, Marco Aurélio Cunha, diretor executivo do São Paulo, lamentou a perseguição e usou Carlinhos como exemplo.

“Claro que isso só atrapalha. Não pode se imaginar que hostilidade faça bem a ninguém. Veja a partida que o Carlinhos fez hoje. O Ricardo fez um primeiro tempo com praticamente três atacantes, e o Carlinhos jogou brilhantemente pelo lado esquerdo. Foi um destaque do jogo. Se ficar falando mal do jogador vamos ter uma reação positiva como tivemos do Carlinhos. Temos de ter tolerância, compreender as manifestações da torcida, mas elas não ajudam em nada”, afirmou.

Os números de Michel Bastos contra o Sport

Com o empate, o Tricolor foi a 36 pontos e subiu momentaneamente para a 13º colocação, com cinco pontos de vantagem para o Figueirense, que é primeiro time na zona de rebaixamento. Questionado sobre a briga contra o Z-4 e a possibilidade de ficar marcado como dirigente

“Nem posso imaginar uma coisa dessa, embora me preocupe. Essa forma de perguntar não é legal, até porque nós não estamos na zona de rebaixamento. Por que você me pergunta isso se temos outros times grandes mais perto da zona do que o São Paulo? Não vejo por que perguntar isso nesse momento em que viemos aqui e conseguimos um empate fora de casa que pode ser importante”, declarou.

“O planejamento não para, estamos sempre conversando a respeito e o mais importante é ganhar pontos para a gente ficar tranquilo quanto a essa questão da zona de rebaixamento. É fazer pontos, o máximos possível, para sempre estar distante dos últimos colocados. Essa é a missão: fazer pontos”, finalizou.



GOAL VEJA TAMBÉM: GOAL
Sport 1 x 1 São Paulo | Os próximos jogos do SP | A classificação do BR



Fonte: Goal.com

Deixe seu comentário

Comentários via Facebook