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IML fará exames para reconhecer se corpo é de professor desaparecido

Cadáver completamente carbonizado foi localizado dentro de carro, entre os municípios de Rio Largo e Pilar

 

A Perícia Criminal ainda não conseguiu identificar o corpo que seria do professor universitário Daniel Thieli e que foi encontrado carbonizado na manhã desta quinta-feira (6), entre os municípios de Rio Largo e Pilar. O corpo deve passar por exames cadavéricos no Instituto Médico Legal (IML) de Maceió.  

Segundo o diretor geral do órgão, Fernando de Paula, não houve identificação porque o cadáver está completamente carbonizado e foi trazido para o Instituto, onde será submetido ao exame necropapiloscópico (reconhecimento através da digital). Os legistas podem recorrer a outros procedimentos. 

"O segundo passo é o exame na arcada dentária e, caso não haja solução, será feito o exame de DNA. Ainda não temos informações concretas acerca do corpo, mas vamos fazer todo o procedimento padrão que cabe ao Instituto Médico Legal", explicou Fernando. 

 

Daniel Thiele desapareceu no último dia 20 de setembro

FOTO: Divulgação/Facebook

Buscas

 

Com o suporte do Grupamento Aéreo da Secretaria de Estado de Segurança Pública (SSP), o carro que pertenceria ao professor da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) Daniel Thiele foi encontrado na manhã de hoje, em uma mata que fica próxima à estrada que liga os municípios de Rio Largo e Pilar, na Região Metropolitana. Um corpo estava dentro do veículo, que deve ser mesmo o da vítima. A polícia prendeu dois suspeitos do crime. 

"O corpo está carbonizado, mas o veículo foi identificado com placa e chassi conferidos. É uma área de difícil acesso", disse o delegado Filipe Caldas, da Seção Antissequestro da Divisão Especial de Investigação e Capturas (Deic), acrescentando que dois suspeitos de envolvimento no caso foram presos e identificados como Anderson Leandro Palmeira da Silva e Emerson Palmeira da Silva. 

Os suspeitos foram detidos em casa, em cumprimento a mandados de prisão expedidos pela 9ª Criminal da Capital. Eles serão ouvidos na sede da Deic, no bairro de Santa Amélia. "Em princípio, não encontramos nenhuma ligação entre a vítima e os suspeitos", reforçou o delegado.  

 

Gazetaweb

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