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Médico alcoolizado fura sinal em Belo Horizonte e bafômetro aponta 1,08 mg/l

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O mdico Rafael Barros foi flagrado no teste do bafmetro. Foto: Guilherme Paranaiba/EM/D.A PRESS

Dois casos de mistura de bebidas alcoólicas e direção mobilizaram a Polícia Militar na manhã deste domingo. Em um deles, um médico furou um sinal vermelho no cruzamento da Avenida do Contorno com a Rua da Bahia, no Bairro de Lourdes, Centro-Sul de BH, chamando a atenção de uma viatura da PM que passava pelo local no momento do fato, por volta das 9h30.

Rafael Barros, de 30 anos, apresentava sinais de ter ingerido bebida alcoólica e foi submetido ao teste do bafômetro, que apontou 1,08 miligramas de álcool por litro de ar expelido pelos pulmões. O resultado é três vezes maior do que o limite considerado para que um motorista alcoolizado responda por crime de trânsito.

Os militares responsáveis pela ocorrência estão no plantão do Departamento Estadual de Trânsito (Detran) na manhã deste domingo para entregar o caso à Polícia Civil. O sargento Joel Parreiras chama a atenção para o registro apontado pelo bafômetro. “Um caso desses pode causar até a morte de uma família. Esse tipo de conduta não pode se repetir”, afirma o militar.

COCHILO
Mais cedo, por volta das 9h, outro caso de mistura de bebida e volante mobilizou a Polícia Militar. Dessa vez, um homem dormiu ao volante com o veículo ligado e parado na Rua Alagoas, em frente ao número 686, na Savassi, chamando a atenção de um taxista.

O motorista profissional acionou a Polícia Militar, que esteve no local e bateu no vidro para acordar o condutor. Depois de alguma insistência, o homem acordou e admitiu que tinha bebido até 4h em uma festa. O Batalhão de Polícia de Trânsito (BPTran) foi acionado e ofereceu o teste do bafômetro a Pedro Quirino Guimarães e Silva, de 27 anos. O resultado foi 0,66 mg/l. Pedro foi preso em flagrante e liberado depois de pagar fiança de R$ 800.

Nos dois casos, os condutores tiveram a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) recolhida e vão pagar multa no valor de R$ 1.915,40. Além disso, eles serão submetidos a um processo administrativo, cuja pena pode chegar a um ano sem carteira.

 


Fonte: Diário de Pernambuco

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