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Novo laudo mostra que interdição do Engenhão não era necessária

Os problemas apresentados no estádio são considerados normais e não havia risco de desabamento da cobertura

O Estádio Olímpico Nilton Santos não precisava ter sido interditado em 2013. É o que revela um novo estudo feita pela DFA Engenharia e pela Controlatto, e divulgado pela rádio CBN. Segundo a análise, as falhas encontradas anteriormente são consideradas normais em estruturas de grande porte e as ferrugens nos arcos superiores eram apenas falta de manutenção na pintura.  


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Na época, levando em consideração o laudo da alemã SBP, a Prefeitura do Rio fechou o Engenhão para reforma, alegando que a estrutura da cobertura corria riscos de desabar em caso de ventos com mais de 63 km/h. O custo da reforma do estádio, que recebeu as modalidades de Futebol e Atletismo durante os Jogos Olímpicos da Rio 2016, foi de nada menos que R$ 100 milhões.  

Inaugurado em junho de 2007 para a disputa dos Jogos Panamericanos do Rio, o Nilton Santos conta com quatro grandes arcos que sustentam uma cobertura de 36 mil m² e foi projetado para suportar ventos de mais de 126 km/h. Mas estádio foi interditado em março de 2013, dois meses antes da licitação do Maracanã.  

Apesar dos grandes riscos apontados pelo laudo da SBP, a obra de recuperação do Engenhão só começou 17 meses depois da interdição. Os reparos foram feitos pelas empreiteiras OAS e Odebrecht – esta última foi a vencedora da licitação do Maracanã.  

Devido ao fechamento do Estádio Olímpico Nilton Santos, o Botafogo ficou mais de dois anos sem poder explorar economicamente o espaço. A estimativa do clube carioca é que houve uma perda de mais de R$ 45 milhões em contratos. 


Fonte: Goal.com

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