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Orgulhoso, Tite não esperava início tão bom e diz que Neymar precisa aguentar as faltas

Após a goleada sobre a Bolivia, o treinador disse estar orgulhoso. Elogiou seus comandados e comissão técnica. Confira os principais momentos da coletiva!

A Seleção Brasileira venceu e encantou. Contra a Bolívia, a equipe de Tite venceu por 5 a 0. Na entrevista coletiva, o treinador elogiou a sua comissão técnica e os jogadores. Feliz com a maturidade do time, o técnico projetou os próximos jogos e não escondeu a satisfação na entrevista coletiva. Confira os principais momentos!

Sensação ao ouvir a torcida gritando o seu nome

“Desconfortável. Quando falavam eu ia e sentava no banco, ficava quieto. Eu já tenho a dimensão exata que isso aqui é um grupo de trabalho que tem uma responsabilidade muito grande e fica feliz com o desempenho. É claro que eu fico contente, mas poderia ser para o fisioterapeuta, que fizeram um grande trabalho com uma recuperação física extraordinária, para o departamento médico e físico…”

Análise do jogo

“Fiquei feliz com a maturidade que a equipe teve, porque antes do jogo o clima era de ‘já ganhou’. Mas ‘já ganhou’ tem que ser lá fora, não pode ser nosso. Porque nós sabemos a dificuldade que tem. Nós sabemos o quanto é difícil construir (…) Nós tivemos que reajustar todo um trabalho, porque vinha atleta jogando na segunda, no domingo, no sábado, com oito horas de viagem, com sono diferente… e isso faz muita diferença. E aí a gente conseguiu nas posições e funções dos atletas, com um treinamento tático ontem, eles manterem um padrão igual ao anterior. Isso dá confiança. Isso gera, no atleta, confiança no desempenho”.



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“O nosso time é um time móvel, tem rodinha no pé. E quando você tem um time móvel e rodinha no pé você consegue agredir rápido (…) Tá muito embolado a classificação, mas eu não posso deixar de enaltecer o desempenho que teve.

Elogios a Neymar e sua ausência contra a Venezuela

“A gente trabalha para, no último terço do campo, encontrarmos os jogadores para fazerem a jogada individual. Antes, trabalha roda e triangula. Depois promove, no último terço, o talento, que o jogador brasileiro tem. O Neymar tem, o Coutinho tem, o Gabriel (Jesus) tem, o Firmino, o Willian tem”.

(Foto:VANDERLEI ALMEIDA/AFP/Getty Images)

“Tu fica toda hora falando, e toda hora fazendo falta. Ah, mas a falta é do jogo e isso é com o árbitro? Sim, esse é o outro lado. O outro lado é meu, enquanto técnico. De orientá-lo, de que os adversários vão vir fazer isso, e ele vai ter que voltar como aconteceu no segundo tempo (…) Nós não tocamos pro lado e demos caneta virando o rosto em nenhum momento. Nós jogamos de forma objetiva e para procurar o gol e respeitar a Bolívia”.

“Erros de arbitragem por faltas excessivas e não coibir. E a minha e dele, maturidade, para entender que vamos ter que superar essas questões também”.

(Foto: VANDERLEI ALMEIDA/AFP/Getty Images)

“O Neymar vinha a nove, dez jogos seguidos no Barcelona. Vocês não sabem o que se passa (…) Quando você faz nove, dez jogos seguidos fica a ponto de estourar. Eu estava num dilema, inclusive, de escalá-lo. Mas como eu vou deixar de escalar o Neymar? Se eu estourar, fico uns dois dias sem dormir’. 

Giuliano vira titular após a boa atuação?

“Eu não sei quem vai jogar” (risos).

Esperava um início tão bom de trabalho?

“Não. Vou até dormir das quatro da manhã hoje. Eu me conheço, a adrenalina vai estar a milhão”.

Desempenho de Coutinho

“O Coutinho joga mais pelo lado esquerdo, mas a gente adaptou no lado direito também. O Klopp (treinador do Liverpool) também fez o Liverpool no lado direito e ele com o Firmino na esquerda (…) O Willian é vertical, é gol. É flecha. E aí eu tenho o Coutinho armando, com mais um de composição pelo lado esquerdo (… ) é só estudar e observar o que eles fazem nas suas equipes e esse é o desafio. E não inventar”.


Fonte: Goal.com

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